Aumento peniano: aumentar o tamanho do pênis é realmente possível

Aumento peniano: aumentar o tamanho do pênis é realmente possível

Aumentar o tamanho do pênis é possível! Ao menos, é o que dizem alguns especialistas. Atualmente, os métodos propostos para realizar o aumento peniano são evoluídos e menos traumáticos. Sem serem miraculosos, é claro.

Aumento peniano: cirurgia reparadora ou estética

As cirurgias de aumento peniano têm se desenvolvido com o passar de 7 ou 8 anos, sob o impulso de cirurgiões especialistas. É importante lembrar que há dois casos distintos: em alguns pacientes, a cirurgia visa corrigir o micropênis. Isto é, quando a cirurgia é chamada de reparadora”. Neste caso, o pênis apresenta, além da dimensão, problemas funcionais. Ou então, o órgão sexual do homem requerente é perfeitamente normal e a intervenção é feita através de cirurgia plástica. Este segundo tipo de paciente simplesmente quer aumentar o tamanho do pênis para um efeito estético: é o que chamamos de “síndrome do vestiário”, trata-se da mesma situação de uma mulher que deseja aumentar os seios através de cirurgia plástica, por exemplo.

Aumento peniano: Alongar ou engrossar, você escolhe!

O que fazer para alongar e quais são os resultados?

Os ligamentos que conectam o osso púbico ao corpo cavernoso são cortados (sob anestesia geral). Isso faz com que o pênis flácido ganhe 2cm em média (de acordo com um estudo feito em cadáveres), sabendo que o resultado varia entre os pacientes. Os efeitos estéticos, geralmente, são positivos. A ereção, por outro lado, se torna instável em cerca de 1 em cada 5 casos. Atenção! O tamanho do pênis ereto não aumenta.

Implantar uma prótese peniana semi-rígida: trata-se de uma intervenção reservada aos micropênis, que permite, além de ganhar alguns centímetros, a restauração da ereção. Ela é introduzida no corpo cavernoso.

O que fazer para engrossar e quais são os resultados?

Para engrossar, é possível retirar gordura de outra parte do corpo (do abdômen, por exemplo) através de uma mini-lipoaspiração (com anestesia local) e reinjetá-la sobre toda a extensão do pênis ou aplicar o PMMA, um produto sintético que não será absorvido pelo organismo, de forma homogênea. O aumento peniano nesse tipo de intervenção chega a até 5cm de circunferência. A cirurgia não afeta a ereção.

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O que pensar das intervenções de aumento peniano?

Especialistas da Associação Francesa de Urologia afirmam que estas intervenções não são medicamente validadas. “Ainda não existem estudos científicos rigorosos feitos nos pacientes submetidos a tais procedimentos para saber se os resultados foram completamente satisfatórios”. Além disso, não se sabe se as cirurgias são ou não suscetíveis de modificar, a longo prazo, as capacidades de ereção.

10 dicas para emagrecer e ter uma vida mais saudável

10 dicas para emagrecer e ter uma vida mais saudável

A Michelle Franzoni, do Blog da Mimis, secou mais de 30 quilos em 1 ano com uma dieta saudável e exercícios. Ela conquistou um corpo mais magro e saudável e conta os segredos para a gente. Siga os 10 passos para emagrecer e mudar de vida

A blogueira Michelle Franzoni chegou a pesar 98 kg antes de mudar seus hábitos alimentares e sua rotina.
Foto: Reprodução Bolg da Mimis

1. O primeiro passo é trocar os alimentos como arroz e pão por suas versões integrais. Em casa, tenha um “cantinho do emagrecimento”: compre potes bonitos e preencha-os com grãos como quinôa, chia, linhaça e amaranto.

2. Estabeleça metas possíveis. Planejar o emagrecimento em uma tabela é um jeito de manter o foco. Anote quanto você conseguiu emagrecer na última semana e coloque como meta futura a mesma perda. Querer emagrecer mais rápido do que seu corpo permite, fará você ficar sempre frustrada e acabar desistindo da dieta.

3. Exercícios na rua são mais prazerosos que dentro das academias. Comece correndo outdoor ou andando de bike aos finais de semana, depois escolha mais dois dias da semana para fazer outas atividades, como musculação, para ficar durinha.

Substitua sua vontade de doces por frutas, é um truque simples e eficaz!
Foto: Reprodução Blog da Mimis

4. Não consegue se controlar nos doces? Tapeie suas vontades usando pó de cacau ou canela polvilhado sobre frutas no lugar das sobremesas hipercalóricas.

5. Aprenda a dizer não! Os amigos podem ser grandes sabotadores de dieta oferecendo docinhos e “só um drink a mais”. No começo, escolha a dedo as festas que valem a pena ir e escolha seu doce e bebida favoritos para não precisar repetir.

6. É clichê, mas é verdade: comer de 3 em 3 horas ajuda a acelerar o metabolismo e emagrecer mais rápido. Não sabe como será o dia? Carregue na bolsa lanchinhos ou barrinhas de cereais, assim você evita de cair de boca no primeiro doce que vir pela frente.

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Uma refeição equilibrada tem todos os nutrientes necessários e aumenta a saciedade.
Foto: Reprodução Blog da Mimis

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7. Coma legumes e verduras de aperitivo enquanto você cozinha, eles vão aumentar a saciedade. O resultado: menos comida durante a refeição.

8. Você é do tipo preguiçosa ou não tem tempo de cozinhar todos os dias? Nos fins de semana, faça bastante comida e congele em pequenas porções – sempre equilibrando carboidratos, proteínas e gorduras boas. Quando chegar cansada do trabalho é só descongelar a quantidade exata para manter o regime.

9. Mantenha o pensamento positivo e não se cobre tanto. Regimes muito restritivos tendem a dar errado ao primeiro sinal de ansiedade ou nervosismo. Um doce por semana e uma refeição fora da dieta não vão atrapalhar seu emagrecimento.

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10. Siga mulheres inspiradoras nas redes sociais e mantenha amizades que têm o mesmo interesse que você, para trocar informações saudáveis e dicas. Mas atenção: fazer dietas e exercícios querendo ficar com o corpo de outra pessoa é cilada. Visualize sempre o seu corpo melhor.

A seguir, Mimis ensina dois exercícios para ficar com a barriga sequinha. Aperte o play:

Melhores tratamentos para clarear os dentes

Melhores tratamentos para clarear os dentes

Existem diversas opções de clareamento dental, que podem ser feitas no consultório do dentista ou em casa, e ambos podem trazer bons resultados. Independente da forma usada, um clareamento dos dentes eficaz e seguro deve ser indicado pelo dentista em uma consulta, porque deve-se avaliar a dentição de cada pessoa individualmente, já que, além do clareamento, pode ser preciso realinhar os dentes ou tratar cáries e tártaro, por exemplo.

Algumas das opções mais populares para clarear os dentes, incluem:

Antes e depois do clareamento dental
1. Clareamento a laser
Este tipo de clareamento é realizado pelo dentista, no consultório, sendo feito com o uso de luz pulsada. Os resultados deste método são instantâneos, pois os dentes ficam mais claros desde a primeira sessão, mas podem ser necessárias de 1 a 3 sessões para chegar aos resultados desejados.

Preço: cada sessão deste tipo de tratamento pode custar a partir de R$ 500,00 a 1.000,00 reais, o que varia de acordo com cada profissional.
2. Clareamento com moldeira
Este tipo de clareamento dental também pode ser feito em casa, com o uso de uma moldeira de silicone, criada pelo dentista, para que a pessoa possa usá-la com um gel clareador à base de substâncias como Peróxido de Carbamida ou Peróxido de Hidrogênio. Este tratamento produz ótimos resultados, porém mais lentos, sendo necessário o uso da moldeira por algumas horas do dia ou à noite, por cerca de 2 semanas.

Preço: a moldeira custa cerca de R$ 250,00 a R$ 350,00 reais, o que varia de acordo com o profissional, mas pode ser reutilizada quando um novo tratamento for realizado.
3. Clareamento caseiro
Existem diversas opções de produtos vendidos em farmácia, como géis clareadores, moldeiras adaptáveis ou fitas de clareamento, que não precisam de receita e que, apesar de menos eficazes em relação ao tratamento com o dentista, produzem bons resultados estéticos.

Preço: os produtos vendidos em farmácias podem ter uma variação de preço de cerca de R$ 15,00 até R$ 150,00 reais, a depender da marca e do material utilizado.
Outros tipos de tratamentos naturais feitos em casa, como uso de bicarbonato de sódio, vinagre e água oxigenada devem ser feitos sob a orientação do dentista, pois são muito abrasivos e se usados de forma incorreta podem causar sensibilidade nos dentes. Confira uma receita de solução caseira para branquear os dentes.

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4. Aplicação de facetas de porcelana ou de resina
Este tratamento, também conhecido como aplicação de ‘lente de contato’ para os dentes, é feito pelo dentista para revestir os dentes, o que melhora a aparência e encobre imperfeições, conferindo ótimos resultados e de forma permanente.

Preço: este tratamento pode ser considerado dispendioso porque cada faceta pode custar de R$ 500,00 a R$ 2.000,00 reais. Saiba quem pode colocar e os cuidados essenciais da lente de contato dental.

Quem não pode fazer o clareamento dos dentes
O clareamento dental é contra-indicado para gestantes, ou pessoas que apresentam acúmulo de placas bacterianas, tártaro ou inflamações na gengiva. Estes são alguns dos motivos que reforçam a importância de se consultar com o dentista antes de fazer um clareamento.

Outras dicas para clarear os dentes
Existem outros tipos de cuidados que podem ser feitos e que ajudam a clarear os dentes, apesar de não terem os mesmos resultados que os tratamentos branqueadores. Algumas opções são:

Usar diariamente fio dental e enxaguante bucal;
Fazer uma limpeza nos dentes, chamada de destartarização 1 vez ao ano;
Usar uma escova de dente elétrica com creme dental branqueador, como o Colgate Total Whitening ou Oral B 3D White, por exemplo, 2 vezes ao dia;
Evitar os alimentos que mancham os dentes como chocolate, beterraba, café, chá e, principalmente, o cigarro. Para quem toma muito café ou chá uma boa dica é beber um pouco de água logo a seguir para remover os vestígios do café que podem estar nos dentes.
Estes alimentos também devem ser evitados por algumas semanas após os procedimentos de branqueamento dos dentes, para que os resultados sejam mais duradouros. Saiba mais sobre que alimentos evitar e o que fazer para prevenir as manchas nos dentes.

Impotência – Disfunção Erétil

Disfunção erétil: características da impotência masculina, principais causas da natureza física e psicológica e os melhores tratamentos.

Disfunção erétil: como se manifesta e dados sobre difusão

disfunção eréctil é definida pela Consensus Conference dos Institutos Nacionais de Saúde em 1993 como ” a incapacidade persistente para atingir e / ou manter um ereção suficiente para uma relação sexual satisfatória .”

disfunção eréctil pode ocorrer como episódio isolado (neste caso pode refletir um distúrbio físico momentânea ou um problema temporário de natureza psicológica), pode representar, ou um problema crônico que ocorre repetidamente. A disfunção erétil pode ocorrer em ‘homem de todas as idades, embora mais frequente em idade avançada.

Os dados sobre o fenômeno da disfunção erétil (muitas vezes também chamada impotência sexual ) mostram toda a sua relevância para o bem-estar pessoal e torque: um dos estudos italianos de maior autoridade, que remonta a 2000, mostrou que cerca de 13% da população masculina italiana (cerca de três milhões, incluindo solteiros e viúvos) apresentam impotência sexual , considerando pacientes que sofrem episódios recorrentes e ocasionais. Destes, 70% têm mais de sessenta anos de idade (Parazzini et al., 2000).

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Nos últimos anos tem havido um aumento considerável nos pedidos de tratamento para este problema, provavelmente também como conseqüência de uma mudança cultural que viu o homem gradualmente emergir do clichê do “homem que nunca deve pedir” e mais atencioso e respeitoso. mesmo de suas próprias dificuldades. No entanto, a vergonha frente a esse tópico ainda é um forte obstáculo para uma gestão eficaz, sem falar na desorientação devida a tantas (más) informações que, graças à internet, empurram cada vez mais pessoas para serem diagnosticadas e tentar tratamentos sem indicação médica e / ou psicológica adequada, com risco de cronizar o transtorno e agravar a situação.

disfunção eréctil é, portanto, uma condição a ser considerada uma vez que podem afetar o bem-psicologia física e mental da pessoa, bem como tendo impacto sobre as relações sexuais e românticas das pessoas afetadas.

Transtorno Erétil: definição e características

A  Disfunção Disorder (ED), comumente definida  impotência sexual, de acordo com o DSM-5 (APA, 2013) apresenta uma série de características distintivas, que são:

A. O indivíduo deve relatar, em todas ou quase todas as relações sexuais (cerca de 75-100%), um dos seguintes sintomas:

1. Marcado dificuldade em obter uma ereção durante a atividade sexual. 
2. Marcada dificuldade em manter uma ereção até a conclusão da atividade sexual. 
3. Marcada diminuição da rigidez erétil.

B. Os sintomas do Critério A duraram pelo menos cerca de 6 meses. 
C. Os sintomas do Critério A causam sofrimento clinicamente significativo no indivíduo. 
D. A disfunção sexual não é melhor explicada por um transtorno mental não sexual ou como conseqüência de desconforto relacional grave ou outros estressares significativos e não é atribuível aos efeitos de uma substância / droga ou outra condição médica.

pesquisa de diagnóstico e ‘parte importante especificar: 
O tipo de início de disfunção erétil : 
ao longo da vida: O distúrbio de disfunção erétil está presente quando o indivíduo se torna sexualmente activa. 
Adquirida: A desordem começa após um período de função sexual relativamente normal.

O nível de generalização da disfunção erétil : 
generalizada. Não se limita a certos tipos de estimulação, situações ou parceiros. 
Situacional: Ocorre apenas com certos tipos de estimulação, situações ou parceiros.

O nível atual de gravidade da disfunção erétil : 
Leve: leve desconforto nos sintomas do Critério A. 
Moderado: Sofrimento moderado nos sintomas do Critério A. 
Grave: Sofrimento severo ou grave nos sintomas do Critério A.

disfunção erétil pode ocorrer subitamente, sem disfunção sexual anterior, ou gradualmente, ao longo de um período de relações sexuais mais ou menos satisfatória e / ou uma diminuição do desejo sexual. Alguns homens que sofrem de disfunção erétil podem conseguir uma ereção apenas durante a masturbação ou ao despertar.

Um dos estudos italianos de maior autoridade, que remonta a 2000, mostrou que cerca de 13% da população masculina italiana (cerca de três milhões, incluindo único e viúvos) presente  impotência sexual, considerando os pacientes que sofrem tanto recorrente ou ocasional; destes, 70% têm mais de sessenta anos (Parazzini et al., 2000).

Os fatores de risco são diferentes e incluem: distúrbios vasculares, traumas espinhais ou pélvicos, neuropatias, disfunção hormonal, tabagismo, álcool, drogas, ansiedade, depressão, problemas conjugais e elementos contextuais (Simonelli, 1997).

A reação de alarme é um mecanismo muito importante envolvido na etiologia e manutenção da impotência . Isto é expresso intervém quando o sistema nervoso simpático (também chamado simpático), antagonista do sistema parassimpático que sustenta a ereção, que atua como um “extintor de incêndio” em emoção, drenando o sangue da área genital para as pernas e músculos dos braços , preparando assim o corpo para reação de ataque / fuga.

O medo do perigo é uma emoção fundamental que nos permitiu sobreviver como espécie: seria muito desvantajoso ser excitado sexualmente, em vez de estar pronto para fugir no momento em que enfrentássemos um predador! 
Também é verdade que o ser humano é cognitivamente mais complexo que o homem das cavernas. De fato, a reação de alarme está freqüentemente ligada a mecanismos complexos: o medo de não ser igual, de recusar, de perder o amor ou a estima do parceiro; a necessidade de manter todos os eventos somáticos sob controle;sentindo-se vulnerável; a tendência de atribuir a si mesmo a responsabilidade por qualquer falha; o medo de abandonar a si mesmo; etc.

Por esta razão, é mais fácil entender a impotência psicogênica como devido a uma ansiedade de performance, potencialmente mantida por um círculo vicioso (a famosa profecia auto-realizável). Pense em um exemplo de um homem que já sofreu um episódio de disfunção erétil . Sendo incomodado pelo seu passado sem sucesso, ele provavelmente estará preocupado que isso aconteça novamente e, experimentando ansiedade, na verdade automaticamente fará com que futuros “fracassos” sejam mais prováveis.

O papel das mulheres na prevenção do distúrbio erétil é certamente importante: uma atitude de desqualificação e a incapacidade de enfrentar um momento de dificuldade de forma cooperativa e cúmplice está frequentemente na origem de uma cronicidade do distúrbio; Na verdade, o episódio que normalmente poderia ser considerado um acontecimento isolado na vida sexual do casal, é muitas vezes visto como um obstáculo intransponível que certamente voltará periodicamente.

Acrescentamos também que, em tenra idade, a excitação psicogênica é absolutamente predominante, ao passo que, com o passar dos anos, torna-se necessário acrescentar uma parcela crescente da estimulação direta. Estar ciente disso pode aliviar as tensões que às vezes experimentam casais mais tarde com os anos que desejam manter uma vida sexual. De fato, se o casal não encontra a maneira de integrar essas mudanças de maneira diferente, muitas dificuldades podem surgir no gerenciamento da excitação (Fenelli, Lorenzini, 1999; Simonelli, 1997).

Tratamentos farmacológicos para impotência sexual masculina e feminina

Tratamentos farmacológicos para impotência sexual masculina e feminina

É sabido que homens e mulheres possuem problemas relacionados ao desejo sexual. Mais conhecido em homens, os problemas de impotência sexual causam constrangimento, vergonha e até mesmo infelicidade conjugal. Além dos problemas com a libido e a disfunção erétil, a infertilidade também afeta o planejamento familiar de muitas pessoas.

Mas o texto aqui enfoca a questão da impotência sexual, que pode ser enfrentada com técnicas diversas, sobretudo a terapia psicológica, e em nível orgânico, com o auxílio de medicamentos disponíveis no mercado.

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No sexo masculino

Como se pode imediatamente imaginar, a dificuldade de ter e manter a ereção se constitui de um grande empecilho à vida sexual do homem. Obviamente não se trata de reduzir a vida sexual à função fisiológica do órgão genital, tampouco incentivar esse pensamento, mas culturalmente o pênis e a ereção se constituem na principal maneira do homem realizar o sexo e sentir prazer.

Opções disponíveis no mercado

O Viagra (citrato de sildenafila) se tornou sinônimo popular de medicamento para a disfunção erétil. Descoberto em quando começou a ser aplicado na clínica cardiológica. Era um remédio para o coração, porque age no mecanismo de contração cardíaca. Um dos efeitos colaterais consistia em provocar ereções prolongadas nos pacientes, conhecidas como priapismo. Surgiu na década de 90, teve essa reviravolta comercial e acabou se tornando um sucesso maior do que na clínica cardiológica.

Artigo sobre o histórico e o impacto do Viagra

Alternativamente, visando especificamente esta fatia do mercado, surgiu o Cialis (tadalafila), um medicamento que também provoca este efeito. Os dois são empregados para o tratamento de hiperplasia benigna da próstata (HBP), quando acontece um aumento não maligno no tamanho da próstata – calma, não é câncer!

A HBP provoca o intumescimento da próstata, o medicamento age ao regular o fluxo sanguíneo local. Um sinal que indica a existência de HBP é o aumento na frequência de idas ao banheiro, portanto, fique alerta!

E no sexo feminino?

Neste caso, não há este tipo de problema relacionado à circulação. Mas como sabemos, a natureza da sexualidade feminina envolve fatores diferenciados. E assim nos perguntamos: qual o problema da impotência na mulher?

A menopausa, que consiste na redução dos hormônios sexuais femininos e na interrupção do ciclo menstrual regular, acontece com as mulheres que estão vivendo a meia-idade e é varíavel quanto ao seu início. É um dos principais problemas clínicos vividos por mulheres na faixa dos 40 até 50 anos de idade, o que acaba envolvendo o período conhecido como pré-menopausa.

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Opção disponível no mercado

O Addyi (flibanserin) foi aprovado em 2015 pela Food and Drug Administration (FDA), o órgão que regulamenta a liberação de medicamentos para o mercado dos EUA. Seu mecanismo consiste em atuar na chamada desordem do desejo sexual hipoativo (em inglês, HSDD), que como sugere, prejudica o desejo da mulher pelo sexo.

Artigo (2016) sobre a aprovação do flibanserin

Parecer da FDA sobre o medicamento

Seu mecanismo envolve o agonismo no receptor de serotonina, isto é, ele age diretamente sobre o receptor 5-HT1A. Entretanto, a aprovação do medicamento se deu apenas para o grupo estudado, que comprovadamente sofre desta desordem. Seus efeitos colaterais devem ser avaliados, pois há risco de causar, dentre outras coisas, sonolência e hipotensão.

O que o cigarro faz na vida sexual

Os impactos do tabagismo na disfunção erétil

Quando as artérias ficam obstruídas, a irrigação do sangue em direção aos tecidos esponjosos do órgão masculino pode se tornar difícil, favorecendo o surgimento de distúrbios relacionados à disfunção erétil. A principal causa da esclerotomia vascular é o tabagismo: o tabagismo, como afirma o Ministério da Saúde, danifica o coração e as artérias, aumentando o risco de doenças cardiovasculares graves, com consequências em cascata em numerosos órgãos e aparelhos. A aterosclerose dos vasos sanguíneos causada pelo tabagismo, portanto, está entre as causas da disfunção erétil masculina.

O tabaco e a nicotina produzem efeitos negativos na saúde geral do fumante 10  e, especificamente, essa análise, em sua capacidade sexual: com base nos achados do Ministério da Saúde, o tabaco não apenas reduz a ereção devido a ‘obstrução vascular, através da formação de ateromas nas artérias, mas também desempenha um papel direto na deterioração do tecido erétil do pênis.

A elasticidade do pênis e sua capacidade de dilatar, consequentemente, são reduzidas de forma ainda mais crítica: uma evidência verificada por alguns estudos experimentais conduzidos pela Universidade de Ciências Médicas de Teerã, que também esclareceu como o fumo pode danificar a qualidade da ereção, a fase de manter a rigidez, alongando o período de refratariedade. Com base no estudo iraniano, verificou-se que, em comparação com aqueles que nunca fumaram durante a sua vida, os fumantes têm 51% mais risco de desenvolver problemas de disfunção erétil, enquanto que para ex-fumantes, esta incidência cai abaixo do limite de 20%.

Além disso, em 2014, o Journal of Sexual Medicine publicou um estudo mostrando a conexão entre o número de cigarros fumados e os riscos associados à disfunção erétil. Com base nas evidências recolhidas a partir desta pesquisa, verificou-se que fumar mais de 10 cigarros por dia aumenta em 85-90% as chances de desenvolver dificuldade em manter a ereção.

Parar de fumar: os benefícios na qualidade da ereção

Como demonstrado por um estudo conduzido pelas Escolas de Saúde Pública e Enfermagem da Universidade de Hong Kong, indivíduos do sexo masculino que pararam de fumar se beneficiam de um impacto positivo na capacidade erétil, melhorando a qualidade geral da ereção em 91,5%.

O estudo, que durou três anos, envolveu quase 700 homens com idades entre 30 e 50 anos, já em tratamento contra a impotência. Durante a análise, verificou-se que mais de 50% dos sujeitos que combinaram a terapia de cessação do tabagismo tiveram uma melhora decisiva na ereção e na qualidade geral da esfera sexual. Em contraste, apenas 28,1% dos pacientes fumantes tratados para impotência apresentaram resultados eréteis crescentes, obtidos apenas graças às terapias farmacológicas.

Deixar de fumar, portanto, permite obter efeitos positivos concretos na qualidade da ereção: por essa razão, a eliminação do tabagismo pode ser considerada como uma terapia de primeira linha a ser implementada para o tratamento da disfunção erétil.

Então para você que esta passando por problemas parecido e desconfia que a causa seja o tabaco o melhor que você tem a fazer é se informar com algum médico ou começar a pesquisar sobre o assunto.

Em blogs sobre impotência e ejaculação precoce e que vai te ajudar certinho sobre estes problemas, eu tenho um especial que se chama blog da cis. Eu recomendo.

O top 5 mata-amor na cama

Às vezes, ao fazer amor, apenas um detalhe para te cortar. O culpado que está em seus braços ainda não o sabe, mas, por uma razão ou outra, ele perdeu 10 pontos na escala de sua libido. Lista de “matar amor” na cama, depoimentos em apoio.

1- “O mau hálito é o pior …”

“Eu tinha visto em um site de namoro, conversamos muito antes de nos encontrarmos. O sentimento virtual correu bem. Quando o vi no bar, tive uma boa impressão. Garoto bastante bonito, pensei que ia passar uma boa noite / noite. Mas assim que ele abriu a boca a poucos centímetros de mim: inferno. Este estranho cheiro de dente cariado, como carne estragada. Em suma, ainda nos beijamos. No calor do momento, estava tudo bem. Ele me levou para casa e lá … foi o drama. É bobo, mas o mau hálito é o pior sexo assassino que eu já conheci. Eu teria preferido o cheiro de tabaco frio. Então não fizemos nada, simulei uma dor no crânio e saí. ” Alice, 29.

Leia mais sobre o produto Gandrox XL que esta acabando com os problemas sexuais de muitos homens

2- “Seu gato agachou a noite toda …”

“A primeira vez que dormi com a minha namorada foi em casa, no seu pequeno estúdio em Paris. Na época, ela morava com seu gato, ou melhor, sua buceta, por 5 anos. Ela até compartilhou sua cama com sua bola de pelo. Então, quando tínhamos que ir aos negócios em um sábado à noite: impossível mover essa cama bastarda. O animal se agachou a noite toda … Nós tivemos que nos organizar para não rolar durante nossas travessuras. Às vezes eu até tive a impressão de que ela estava nos observando e isso a impulsionou. Não é ideal para a libido. Desde que é melhor, nós compramos para ele uma cesta aconchegante. ” Thomas, 30.

3- “A calcinha da Hello Kitty, sério? “

“Ela tinha um corpo de deusa, uma cabeça de atriz, um olhar de orf … Em suma, eu me apaixonei em poucos segundos. Ainda assim, eu não sou um coração de alcachofra. Começamos a mexer um no outro no banheiro do bar. Comecei a tirar o colete para desabotoar as calças. Depois de alguns minutos de perplexidade, percebi que ela estava usando uma calcinha da Hello Kitty. Tive a impressão de estar na frente de uma criança. Na minha cabeça, imaginei a renda das cordas. Eu disse a ela que sabia que era idiota que parasse com isso, ela riu. Posteriormente, nos encontramos novamente e sua calcinha Hello Kitty havia desaparecido … ” Fabrice, 34 anos.

” Ela falou falou falou e eu acabei dormindo”

“É uma garota que eu conheci em Boulot. Nós estivemos por aí por alguns meses. Uma noite havia um pote muito molhado. Nós dois bebemos muito, forçou a reaproximação. Eu estava determinado a passar a noite com ela. De sua parte, ela ainda era um pouco manca e nunca teria dado o primeiro passo. Depois de algumas taças de champanhe, ofereci-me para ir de táxi para casa. Ela disse que sim. Nós acabamos em seu apartamento. Ela ainda me serviu para beber, só para afogar o peixe … Nós fomos para a cama. Ela falou, falou, falou … e adormeceu. Ela cortou todo desejo por sexo. Como sexo assassino, não há melhor. Você perde toda a confiança em si mesmo em um segundo. Felizmente, reiteramos a experiência mais tarde, e passamos várias noites fazendo amor até de madrugada. Mas ainda assim! “Laurence, 26 anos 

5- “Eu não entendo o que você quer …”

“Eu estava em um ano de intercâmbio em uma universidade americana e conheci uma garota que gostei muito durante uma festa. Dormimos juntos a primeira noite. Eu ainda não falei inglês. Mas para esse tipo de coisa, eu pensava que a linguagem era universal ou pelo menos instintiva … Exceto que lá, a senhora queria coisas específicas e eu não entendia nada. Eu disse: “Eu não entendo o que você quer …” . Eu tive que fazê-la repetir o que ela queria. Eu levei alguns momentos para entender algumas coisas. Em suma, você não pode reiniciar a máquina após várias paradas sucessivas. Débandade assegurada. ” Maxime, 27

Remédios para emagrecer: Conheça as melhores opções e métodos, caseiros e comprados!

Remédios para emagrecer: Conheça as melhores opções e métodos, caseiros e comprados!

Nesse post iremos falar algumas dicas para emagrecer, alguns remédios e outras informações interessantes do universo de quem tenta perder peso.

1 Com receita médica
2 Remédios para emagrecer rápido
3 Remédios naturais para emagrecer
4 Remédios para emagrecer Ana e Mia
5 Sucos detox
Com receita médica
Alguns medicamentos necessitam de uma prescrição médica e acompanhamento também para emagrecer com saúde. Esses fármacos se tomados da forma incorreta, possuem efeitos colaterais extremamente perigosos e nocivos. Alguns remédios são:

A sibutramina, o orlistat, saxenda e lorcaserina. Esses são os mais conhecidos e muitas vezes até comprados ilegalmente por valores absurdos.

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Só é necessário o tratamento com esses medicamentos quando o peso está bastante acima do recomendado e a pessoa realmente não consegue fazer mais nada para emagrecer. Também é ideal sempre manter as atividades físicas durante o tratamento.

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Remédios para emagrecer rápido
Além dos medicamentos citados acima, alguns remédios tem componentes muito fortes e podem te fazer emagrecer rápido, que são:

Bupropiana ou Zyban

Sertralina ou Zoloft

Fluoxetina ou Daforin

Sertralina

Remédios naturais para emagrecer
Se você não quer fazer uso de medicamentos por enquanto, existem diversas receitas naturais que se inseridas no seu cotidiano, podem te proporcionar uma saúde melhor e consequentemente um emagrecimento eficiente.

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Alguns chás, por exemplo, contém extratos que aceleram o metabolismo, têm ação termogênica e facilitam a perda de peso. É esse o caso do chá verde, do chá de hibisco e da combinação deles com gengibre.

O chá de maracujá, além de, como muitos já conhecem, ter efeito calmante, possui uma ação diurética. Isto é, ao tomar o suco de maracujá você vai ter mais vontade de ir ao banheiro, eliminando os líquidos retidos desnecessariamente no seu corpo e reduzindo o inchaço. Auxiliado ao chá de camomila, você ainda fica mais calma, o que muitas vezes resolve o problema de quem come simplesmente por compulsão.

Já os famosos konjac, quitosana e Goji pro são suplementos alimentares naturais que ao incluídos na sua dieta podem aumentar sua disposição e energia para praticar exercícios. Nesse caso eles vêm em forma de cápsulas ou em pó, sendo ingeridos antes de grandes refeições como almoço ou jantar.

Remédios para emagrecer Ana e Mia
É muito comum na busca por remédios para emagrecer que você se depare com a expressão Ana e Mia. Infelizmente, essa é uma expressão referente a dois distúrbios alimentares. Ana: anorexia; Mia: Bulimia.

Muitas pessoas na internet têm romantizado a expressão e as doenças em si, criando blogs especializados para listar diversos remédios e métodos para emagrecer e vomitar. Se você viu algum blog assim, denuncie, não entre nessa.

A anorexia não é brincadeira, não é hobby e não deve ter seus métodos compartilhados com outras pessoas. Ela pode levar à desidratação e à morte. Se você quer emagrecer, recorra à métodos saudáveis e moderados.

Sucos detox
Esses sucos não são exatamente remédios para emagrecer, pois também fazem parte do emagrecimento natural. Os famosos sucos de couve e cenoura ficaram conhecidos na mídia há um tempo e não saem do cardápio dos brasileiros.

Além de muito gostosos, esses sucos eliminam as toxinas acumuladas no nosso corpo, reduzindo o inchaço abdominal de manhã e preparando mais o organismo para as próximas refeições do dia.

algumas receitas simples incluem: beterraba, gengibre, couve, cenoura, laranja, limão, alface e tomate. O abacaxi também é um grande aliado nessa jornada!

Conheça os tratamentos para a impotência sexual

Conheça os tratamentos para a impotência sexual

A doença, que atinge 4 a cada 10 homens no País, pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia de implante

A disfunção erétil, conhecida popularmente como impotência, caracteriza-se pela incapacidade de obter ou manter uma ereção satisfatória para a atividade sexual. Apesar da gravidade do problema, que atinge 4 a cada 10 homens no Brasil e se concentra, em média 40%, entre os com mais de 50 anos, a vergonha afasta os pacientes dos tratamentos e impede que eles tenham acesso aos medicamentos ou até mesmo às cirurgias que podem reverter a doença.

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Segundo o urologista Filipe Tenório, do Hospital Santa Joana Recife, a ereção acontece quando a primeira camada do vaso sanguíneo libera substâncias que dilatam os vasos permitindo a passagem de sangue nos corpos cavernosos. Quando há alguma lesão nessa camada, seja por diabetes, tabagismo ou pressão alta, os vasos não dilatam e o sangue acaba não chegando ao pênis.

As causas da disfunção podem ser orgânicas ou psicogênicas. “Na orgânica, ela é ocasionada por lesões nas artérias, veias e nervos ou pelo uso de drogas, anabolizantes, bebidas alcoólicas ou cigarro. Já na psicogênica, a impotência é provocada pelo excesso de ansiedade, stress e alto nível de adrenalina, que fecham os vasos sanguíneos impedindo a circulação do sangue no corpo cavernoso do pênis”, revela. A questão psicológica mesmo que não inicial, vai estar sempre envolvida. “Os homens associam a ereção à virilidade e masculinidade, o que gera um grau elevado de auto cobrança. Medo, stress, ansiedade e adrenalina em excesso podem agravar o quadro”, explica Tenório.

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Ainda de acordo com o médico, o tratamento pode ser realizado através de terapia psicológica, medicamentos orais, medicamentos injetáveis e com cirurgia, para os casos mais graves em que o paciente não responde aos remédios. “A operação é chamada de implante de prótese peniana. Nela inserimos próteses infláveis ou maleáveis no corpo cavernoso do pênis e elas simulam o funcionamento natural do órgão. A taxa de sucesso e satisfação é altíssima”, esclarece.

É importante ressaltar que o tratamento deve ser realizado precocemente porque a ereção é necessária para o pênis se manter saudável. “Se o paciente passa muito tempo sem ter ereção, as células ficam sem nutrientes e sem sangue rico em oxigênio. Assim, elas morrem e torna-se impossível de reverter”, finaliza Tenório. Além disso, a disfunção erétil pode ser sinal de outras enfermidades mais graves que ainda não se manifestaram no corpo, como, por exemplo, o infarto do coração.

Colágeno: emagrece, deixa a pele firme e protege os ossos

Colágeno: emagrece, deixa a pele firme e protege os ossos

Saiba como tirar proveito dos inúmeros benefícios dessa substância
O sucesso do colágeno hidrolisado não é de hoje. Há pelo menos três anos ele conquistou o público feminino com a promessa de firmar a pele e amenizar a fome. De lá para cá, a procura por essa substância – até então encontrada apenas em cápsula, sachê e bala manipulada -, triplicou. E, para acompanhar a demanda, as opções de produtos prontos com colágeno hidrolisado também aumentaram bastante. É só dar uma olhada na prateleira das farmácias e supermercados: além de balas e bombons de diferentes formatos, ele pode ser encontrado em águas aromatizadas, barrinha de cereais e até granola.

E as mulheres, claro, são as maiores consumidoras. Mas será que funciona mesmo? Ainda há poucas pesquisas científicas sobre o assunto, mas a maioria delas afirma que, sim, o colágeno ajuda a combater os quilinhos extras e a adiar o envelhecimento precoce.

O segredo dessa substância está no fato de ser uma proteína que o próprio organismo é capaz de produzir. Uma de suas principais funções é formar as fibras que dão sustentação à pele. Cabelo, unhas, ossos e cartilagens (tecidos que amortecem as articulações) também são beneficiados. Ou seja, ela garante que o corpo funcione bem por dentro e fique bonito por fora.

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Porém, pesquisas mostram que, a partir dos 30 anos, mesmo com uma alimentação balanceada, há uma perda anual em torno de 1%. Dos 50 anos em diante, a queda é bem mais drástica. A produção de colágeno cai para apenas 35%, em média. “O que as mulheres mais sentem é a redução da elasticidade e a hidratação da pele”, alerta a nutricionista Tatiana Pimentel, de Santos (SP). Daí para aparecer rugas, celulite e flacidez é um pulo. É por isso que muitos nutricionistas, nutrólogos e dermatologistas consideram a suplementação com o colágeno hidrolisado importante a partir dos 30 anos e essencial depois dos 50.

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Colágeno na dose certa
Extraído do osso e da cartilagem do boi, o colágeno presente nos suplementos deve ser hidrolisado – ou seja, passar pelo processo de hidrólise (quebra pela água das moléculas de proteína) para que possa ser absorvido facilmente pelo organismo. Nesse formato, ele é considerado alimento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, portanto, você pode comprá-lo sem prescrição médica.

Mas, para obter os efeitos esperados, precisa acertar na dose. Em uma avaliação da Clínica Medcin Instituto da Pele, em São Paulo, os pesquisadores observaram que o consumo de 5 gramas de colágeno por dia, durante seis meses, foi capaz de melhorar a pele das pacientes entre 35 e 60 anos. Houve um aumento de 5,5% na firmeza e 10% na elasticidade. Mas a maioria dos especialistas recomenda uma dose um pouco maior: de 8 a 10 gramas de colágeno por dia.

Amigo da perda de peso
Quem está na faixa dos 20 pode ficar tranquila: ainda não é hora de aderir a doses extras dessa proteína. Uma dieta caprichada em alimentos que estimulam o organismo a produzir colágeno é suficiente.

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Agora, se você vive estressada, fuma, abusa do sol e dos doces, ele começa a falhar mais cedo. Resultado: “A elasticidade da pele fica comprometida, surgindo flacidez e até estrias”, diz a dermatologista Carmem Durazzo, da Clínica Cliniderm, em São Paulo. E, sozinha, a dieta pode não dar conta. A suplementação pode ser indicada antes dos 30 anos para auxiliar na perda de peso, pois ameniza e adia a fome.

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“Diluído na água ou no suco, o colágeno em pó preenche o estômago rapidamente e faz com que o processo de esvaziamento aconteça mais devagar, prolongando a sensação de saciedade”, explica a nutricionista Sheila Mustafá, da Clínica Sheila Mustafá Nutrição e Estética, em São Paulo. Com isso, você consome menos calorias e emagrece e, ainda, diminui o risco de ficar flácida.

“O colágeno ajuda a manter a pele hidratada, melhorando a qualidade das fibras de sustentação”, complementa Sheila. Se você tiver oportunidade, consulte um profissional que possa prescrever o suplemento de acordo com suas necessidades. O resultado, com certeza, vai ser ainda melhor!

Dieta com colágeno
O suplemento não diminui a importância de uma dieta rica em alimentos que estimulam a produção de colágeno no organismo. Essa lista inclui carne magra, frango, peixe e ovo (especialmente a clara). Invista também em legumes, verduras, frutas e castanhas. “Eles têm os nutrientes (vitaminas A, C e E, selênio e zinco) que garantem a absorção do colágeno”, avisa o nutrólogo Mohamad Barakat, de São Paulo.

E a gelatina de caixinha? A proteína usada na composição não é hidrolisada (ou seja, é difícil de ser absorvida). Mas não deixa de ser uma boa opção de sobremesa leve. Apenas tenha o cuidado de escolher um tipo sem corantes artificiais, pois são substâncias que prejudicam a pele.

Bom para quem malha
Se você malha, tem mais um bom motivo para adotar o suplemento: ele é aliado das articulações. Em 2006, durante o encontro do American College of Sports Medicine, em Indianápolis, nos Estados Unidos, a apresentação de um estudo alemão com 100 atletas, de 15 a 80 anos, mostrou que o consumo de colágeno hidrolisado traz uma melhora importante nas articulações. Após 12 semanas consumindo 10 gramas do suplemento por dia, 79% dos participantes apresentaram maior mobilidade dos joelhos e dos quadris. A maioria relatou menos dor nessas articulações ao realizar exercícios de esforço e ao subir escada. Uma parte dos atletas também teve menos desconforto nos ombros.

Diferentes formas do suplemento
Sachê: é a versão mais indicada para diminuir a fome e prolongar a saciedade. O conteúdo de um sachê costuma ter o colágeno hidrolisado na dose diária recomendada – ou seja, de 8 a 10 gramas. Há ainda a opção de você mandar manipular o pó, que pode ser diluído na água, no suco ou no iogurte.

Cápsula: atende a quem não gosta do sabor adocicado do pó. Mas, para atingir a dose diária, você tem de consumir de 10 a 12 cápsulas por dia. E não traz a mesma saciedade da primeira versão.

Água aromatizada: algumas marcas concentram na garrafinha, geralmente entre 300 e 360 mililitros, a dose diária recomendada de 10 gramas de colágeno.

Bala: essa opção costuma oferecer em torno de 1,5 grama de colágeno por unidade. É bem pouco, mas vale para complementar o consumo diário da proteína. A bala também tem a vantagem de estimular a mastigação, além de enganar a vontade de comer um docinho.

Bombom: assim como a bala, tem pouco colágeno. Consuma-o como opção de um docinho que traz um benefício extra.

Granola, barra de cereais & cia.: optar por esses produtos também ajuda a complementar a dose diária de colágeno. Mas cuidado com os produtos carregados de açúcar e corantes – substâncias com fama de prejudicar a qualidade da pele.