Impotência sexual tem tratamento.

Impotência sexual tem tratamento

O urologista Flávio Frederico faz um alerta: o uso de medicamentos para impotência sem prescrição médica pode causar sérios danos à saúde

A impotência sexual, ou disfunção erétil, é um mal que aterroriza a imensa maioria dos homens. Preconceito, medo e vergonha fazem parte do cotidiano de quem sofre com o problema que, na maioria das vezes, pode ser diagnosticado e tratado rapidamente. Remédio para Impotência

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia, impotência sexual é mais comum do que se imagina. No Brasil, pelo menos 25 milhões de homens sofrem com disfunção erétil. Não deixe acontecer de novo. Logo nos primeiros sinais, consulte um urologista.

De acordo com o médico urologista Flávio Frederico (CRM 27856), que é Membro Titular da Sociedade Brasileira de Urologia, disfunção erétil ocorre porque não chega sangue suficiente ao pênis ou o sangue não se mantém no pênis durante o tempo necessário para que a ereção aconteça”.Quando recebe estímulos, as duas grandes câmaras do pênis (corpos cavernosos) se enchem de sangue e as veias que permitem o fluxo sanguíneo do pênis para fora são bloqueadas. Assim o homem é capaz de obter e manter a ereção

A disfunção erétil pode ser causada por fatores orgânicos e psicológicos: diabetes, hipertensão arterial, doenças cardíacas, baixo fluxo sanguíneo, obesidade, depressão, estresse, ansiedade e medo. “Também é comumente relacionada com o tabagismo, uso de drogas, abuso de remédios e alcoolismo”, destaca o médico.Frequentemente a impotência sexual está relacionada com o alcoolismo, tabagismo e abuso de drogas e remédios

Problemas no órgão sexual como fibrose, cistos ou tumores, deformidades no órgão genital e algumas doenças neurológicas como Alzheimer, esclerose múltipla, Parkinson, lesões na medula ou tumor cerebral também podem provocar disfunção erétil.

“A impotência não oferece risco de morte, mas afeta significativamente as relações interpessoais, compromete seu bem-estar e a qualidade de vida. A maioria dos problemas que provocam a disfunção erétil podem ser tratados”, complementa Frederico.A impotência pode comprometer as relações interpessoais e provocar ou agravar problemas psicológicos

Sintomas

O principal sintoma é não conseguir a ereção ou a dificuldade de manter a ereção até o final do ato sexual. Ereção menos rígida e mais flácida também é comum.

“O paciente nota que começa a levar mais tempo para conseguir chegar a ereção e, quando chega lá, não consegue manter. Dificuldade de concentração e ejaculação mais rápida que o habitual também são queixas comuns”, relata o médico.O principal sintoma é não conseguir a ereção ou ter dificuldades para mantê-la até o fim do ato sexual

Outros sintomas como: diminuição dos pelos do corpo, alterações ou deformações ou redução do órgão sexual também são relatados no consultório do especialista.

“Quando o paciente chega ao consultório com queixa de disfunção erétil, o primeiro passo é investigar as causas do problema. Fazemos um registro detalhado das queixas, assim como uma investigação sobre hábitos, como tabagismo, consumo de remédios, entre outros. No exame físico investigamos deformidades no órgão genital, doenças na próstata, sinais de doenças cardiovasculares ou problemas neurológicos.”, diz o médico.

Quando necessário, o médico pode também pedir a realização de exames de laboratório para avaliar os níveis dos lípidos, açúcares e do hormônio testosterona no organismo, pois esses valores podem ajudar a identificar o possível problema.

Impotência sexual e diabetes

Uma das causas mais comuns da disfunção erétil é a diabetes, especialmente em homens com menos de 50 anos de idade.

“O diabetes provoca o espessamento das artérias, deixando menos espaço para a circulação de sangue. Mais da metade dos homens que sofrem de diabetes irão ao longo do tempo desenvolver disfunção erétil”, destaca o médico.

Tratamento

O tratamento vai depender do diagnóstico. No caso dos diabéticos, por exemplo, o primeiro passo é controlar os níveis de açúcar no sangue, através do uso de medicamentos e do regime alimentar.

“Em alguns casos, será necessário o uso de medicamentos é indispensável para ajudar os vasos sanguíneos da região peniana a funcionarem melhor”, complementa o médico.Somente um especialista deve indicar o uso de medicamentos para impotência. Seu uso indiscriminado e sem orientação médica pode causar sérios danos a saúde e oferecer risco de morte

Outros tratamentos como: terapia de reposição de hormônios, uso de aparelhos que favorecem a ereção, cirurgia para a implantação de próteses penianas, aconselhamento psicológico e psicoterapia, entre outros também podem ser indicados, dependendo do caso.

É possível ter uma visa sexual ativa e feliz em qualquer idade. Converse com o seu urologista

“O primeiro passo é conversar com seu urologista. Ele irá fazer o diagnóstico correto e indicar o melhor tratamento para o seu caso. Não precisa ter vergonha ou preconceito. Quanto antes o tratamento começar, mais rápidos e eficientes serão os resultados. Não deixe acontecer de novo, procure um especialista”, aconselha o doutor Flávio Frederico.

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